FRENTE 04 — MIGRAÇÕES E MODERNIZAÇÃO
Migrações sem drama.
Mudar de servidor, de nuvem, de banco ou de versão é onde os sistemas quebram — e onde a experiência de quem já fez isso dezenas de vezes faz diferença. Cada migração começa com um inventário do que existe e termina com o sistema rodando no destino, documentado, monitorado e com o custo conhecido.
NUVEM
Migração para a nuvem
Sistemas saindo de servidores próprios, hospedagem compartilhada ou plataformas como Heroku para AWS ou Azure, com a estratégia certa para cada aplicação.
- Inventário de aplicações, dependências, integrações e dados, com mapa do que precisa mudar e do que pode ir como está
- Escolha por aplicação entre rehost (mover como está), replatform (ajustar) e refactor (redesenhar), com custo e risco de cada opção
- Arquitetura de destino escrita como código — Terraform, Bicep ou CloudFormation — reproduzível e revisável
- Rede, identidade, segredos, DNS e certificados planejados antes, não descobertos durante a virada
DADOS
Migração de bancos de dados
Migração e upgrade de PostgreSQL e outros bancos relacionais entre provedores e versões, com janela de indisponibilidade mínima ou zero.
- Replicação lógica ou ferramentas gerenciadas para sincronizar origem e destino e virar em minutos, não em horas
- Validação de integridade registro a registro, contagens, somas de verificação e testes de aplicação contra o destino
- Revisão de extensões, collation, encoding e versões — os detalhes que quebram uma migração que 'passou' no teste
- Ajuste de performance no destino: parâmetros, índices e consultas, porque o banco migrado igual costuma ficar mais lento
LEGADO
Modernização de legado
Sistemas antigos que ainda sustentam o negócio, mas travam qualquer evolução. Modernizamos por partes, sem parar a operação.
- Padrão strangler fig: uma fachada na frente do legado, módulos extraídos um a um, o antigo desligado quando ninguém mais depende dele
- APIs sobre o que existe, para novos sistemas e integrações não dependerem de acesso direto ao banco legado
- Atualização de plataformas e versões — .NET Framework para .NET moderno, Java e Node.js fora de suporte — com testes de regressão
- Empacotamento em contêineres para rodar em qualquer lugar e simplificar deploy e escala
PLATAFORMA
Contêineres e plataforma
A forma como a aplicação roda no destino define custo, escala e quanto trabalho de operação sobra para o seu time.
- Docker e orquestração com Kubernetes, ECS ou Azure Container Apps — ou serviço gerenciado quando é mais simples
- Pipelines de CI/CD para a nova plataforma, com deploy sem interrupção e rollback em um comando
- Observabilidade desde o primeiro dia: logs centralizados, métricas, rastreamento distribuído e alertas
- Escalabilidade automática e ambientes de homologação que sobem e descem sob demanda
FINOPS
Custo e governança
Uma nuvem mal configurada custa caro em silêncio. Depois da migração vem a parte que ninguém planeja.
- Dimensionamento correto de instâncias e bancos, instâncias reservadas ou savings plans onde o uso é previsível
- Etiquetagem de recursos por projeto e centro de custo, com orçamento e alertas antes de a fatura surpreender
- Revisão mensal de custo com recomendações concretas e desligamento do que ninguém usa
- Políticas de acesso, contas separadas por ambiente e governança que o seu time consegue manter
CONTINUIDADE
Segurança e continuidade
Migrar é a melhor oportunidade para deixar backup, recuperação e segurança do jeito que deveriam estar desde o começo.
- Backup contínuo com recuperação a um ponto no tempo, e restauração testada de verdade, não só configurada
- Plano de recuperação de desastres com RPO e RTO definidos com o negócio e ensaiados
- Identidade e acesso com menor privilégio, redes privadas, criptografia em trânsito e em repouso
- Registro de auditoria e conformidade com requisitos de LGPD, GDPR ou do seu setor