FRENTE 02 — ARQUITETURA DE SOLUÇÕES
Decisões técnicas que aguentam o crescimento.
As decisões mais caras de um sistema são tomadas no começo, quando ainda parecem baratas: a stack, o modelo de dados, como os módulos conversam, onde roda. Arquitetura de soluções é tomar essas decisões com quem já viu as consequências delas em dezenas de sistemas — e documentá-las para que o time consiga sustentar o que foi decidido.
DESENHO
Arquitetura de novos sistemas
Do requisito de negócio ao desenho técnico completo, antes de escrever a primeira linha.
- Levantamento de requisitos funcionais e não funcionais: volume, disponibilidade, segurança, integrações, prazo e orçamento
- Escolha de stack, estilo arquitetural (monolito modular, serviços, eventos) e plataforma com os prós e contras de cada opção
- Modelagem de dados e de domínio, contratos de API e desenho das integrações
- Diagramas e documento de arquitetura que o time de desenvolvimento usa como guia, não como enfeite
REVISÃO
Revisão de arquiteturas existentes
Uma visão externa e independente sobre um sistema que já roda, antes de uma decisão grande.
- Avaliação de escalabilidade, segurança, custo, dívida técnica e riscos operacionais
- Análise de código, infraestrutura e processos de entrega, com evidências e não opiniões
- Relatório com achados priorizados por impacto e um plano de ação realista
- Útil antes de investimento, aquisição, auditoria ou troca de fornecedor
MODERNIZAÇÃO
Planos de modernização
Um caminho por etapas para tirar um sistema legado do lugar sem parar a operação.
- Mapa de dependências e de módulos, com ordem de extração e critério de sucesso por etapa
- Estratégia de convivência entre o antigo e o novo durante a transição
- Estimativa de esforço e custo por fase, para o negócio decidir o ritmo
- Acompanhamento da execução, com ajuste do plano conforme o que se aprende no caminho
NUVEM
Arquitetura em nuvem
AWS e Azure desenhadas por arquiteto certificado, com custo e operação em mente desde o desenho.
- Escolha entre serviços gerenciados, contêineres e serverless conforme carga, equipe e orçamento
- Rede, identidade, segurança e ambientes separados desenhados desde o início
- Estimativa de custo mensal antes de subir qualquer recurso
- Infraestrutura como código, para a arquitetura desenhada ser a arquitetura que roda
DADOS
Arquitetura de dados e integrações
Como a informação flui entre sistemas e onde ela mora, decidido antes de virar problema.
- Modelo de dados transacional e analítico, com fronteiras claras entre domínios
- Padrões de integração: síncrona, assíncrona por eventos, filas e webhooks — cada um onde faz sentido
- Estratégia de consistência, idempotência e reprocessamento para integrações que falham
- Governança de dados: quem é dono de quê, retenção, privacidade e auditoria
IA
Arquitetura para IA
Onde um modelo de linguagem entra no sistema, o que ele pode fazer e como se mede se está funcionando.
- Definição do papel da IA na arquitetura: assistente, agente com ferramentas, automação de fluxo ou busca
- Desenho de RAG, agentes e servidores MCP com segurança, permissões e auditoria desde o começo
- Estratégia de avaliação, custo e fallback antes de o primeiro usuário tocar no sistema
- Integração com a arquitetura existente, sem criar um sistema paralelo que ninguém sustenta